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Bloco Do Prazer
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Gal Costa
Pra libertar meu coração
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lentaEu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta
Não quero oito, nem oitenta
Eu quero o bloco do prazer
E quem não vai querer?
Mamã, mamãe, eu quero sim
Quero ser mandarim
Cheirando gasolina
Na fina flor do meu jardim
Assim como o carmim
Da boca das meninas
Que a vida arrasa e contamina
O gás que embala o balancê
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Pra libertar meu coração
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lenta
Eu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta
Não quero oito, nem oitenta
Eu quero o bloco do prazer
E quem não vai querer?
Mamã, mamãe, eu quero sim
Quero ser mandarim
Cheirando gasolina
Na fina flor do meu jardim
Assim como o carmim
Da boca das meninas
Que a vida arrasa e contamina
O gás que embala o balancê
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lentaEu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta
Não quero oito, nem oitenta
Eu quero o bloco do prazer
E quem não vai querer?
Mamã, mamãe, eu quero sim
Quero ser mandarim
Cheirando gasolina
Na fina flor do meu jardim
Assim como o carmim
Da boca das meninas
Que a vida arrasa e contamina
O gás que embala o balancê
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Pra libertar meu coração
Eu quero muito mais
Que o som da marcha lenta
Eu quero um novo balancê
O bloco do prazer
Que a multidão comenta
Não quero oito, nem oitenta
Eu quero o bloco do prazer
E quem não vai querer?
Mamã, mamãe, eu quero sim
Quero ser mandarim
Cheirando gasolina
Na fina flor do meu jardim
Assim como o carmim
Da boca das meninas
Que a vida arrasa e contamina
O gás que embala o balancê
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais
Vem, meu amor, feito louca
Que a vida tá pouca
E eu quero muito mais
Mais que essa dor que arrebenta
A paixão violenta
Oitenta carnavais